Tecnologia aplicada à educação: escolas de São Paulo mostram o conceito na prática

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Silvia Scuracchio, diretora pedagógica da Escola Bosque, apresenta alguns casos do uso da tecnologia aplicada à educação.

Silvia Scuracchio, diretora pedagógica da Escola Bosque, apresenta algumas tecnologias aplicadas à educação.

Mostrar, na prática, a tecnologia aplicada ao ensino foi a proposta da visita a três escolas paulistanas, na última semana. A Microsoft levou professores e especialistas de TI para a Escola Bosque, o Colégio Bandeirantes e o Colégio Lourenço Castanho com o objetivo de mostrar como as ferramentas da companhia ajudam na gestão escolar e no processo de aprendizagem dos alunos. A visita fez parte das ações da Microsoft na Bett Educar, maior evento de educação da América Latina, que aconteceu dos dias 8 a 11 de maio em São Paulo.

A Escola Bosque, visitada na quarta-feira, 9, atua no ensino infantil e fundamental há 47 anos e mantém a parceria com a Microsoft há dois anos. Na sala de aula ou na gestão escolar, uma série de soluções está à disposição. Com recursos como Minecraft, Paint 3D, Robótica e Pacote Office, tanto professores quanto alunos conseguem maximizar o processo de aprendizagem, com atividades interdisciplinares aproveitando todas as possibilidades que a tecnologia pode oferecer.

“A motivação para colocar a tecnologia à disposição do aluno é fazer com que ele(a) tenha prazer em aprender, que adquira um conhecimento para a vida toda”, disse Silvia Scuracchio, diretora pedagógica da Escola Bosque. “Queremos que todos tenham um ensino mais significativo e mais motivador.”

O OneNote é um dos recursos mais usados na Escola Bosque. Embora pareça mágica, a colaboração entre professores e alunos acontece naturalmente por conta da facilidade e usabilidade da ferramenta. Outras tecnologias que também ajudam na aprendizagem dos alunos (e proporcionam uma pitada de diversão) são o Paint 3D, o Sway e o Minecraft: Education Edition.

Nem sempre as novidades tecnológicas são absorvidas com naturalidade, principalmente por parte dos professores, por falta de familiaridade com as novas ferramentas. “É importante olhar a prática pedagógica de outra maneira. E o papel da escola é capacitar os professores para essas mudanças nos processos pedagógicos”, comenta Silvia. “Nesse ponto, também pode acontecer o que chamamos de reverse mentoring, ou seja, os alunos passam a ensinar essas tecnologias aos professores.”

O importante, para Silvia, é manter em mente que o papel do professor é tornar o aluno o centro do processo de aprendizagem, para que ele(a) possa aproveitar a tecnologia para aprender, se desenvolver e crescer como indivíduo em uma sociedade cada vez mais dinâmica.

Na quinta-feira, 10, o Colégio Lourenço Castanho mostrou como usa a tecnologia em projetos de Educação Fundamental, com ferramentas como Minecraft, Sway e Power Point Online. Já na sexta, 11, foi a vez de conhecer como o Colégio Bandeirantes usa o Power BI para auxiliar na gestão escolar. As três escolas fazem parte do grupo de 14 showcase schools da Microsoft espalhadas por todo o país, que, por sua vez, faz parte de uma rede com mais de 500 escolas no mundo.

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